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sábado, 24 de março de 2012

E lá fui eu.... :)

E lá fui eu ver a peça ABRAÇA-ME, foram 2 horas de puro prazer ....Parabéns Peter e Margarida pela excelente actuação..ADOREI :)



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Vale mesmo a pena ver...


Uma sugestão para o fim de semana...

Como já tinha postado anteriormente, tinha uma grande vontadinha de ir ver e,  fui ver a peça "Júlio de Matos", interpretada por Joaquim Monchique, no teatro Armando Cortez - Casa do Artista...

Já esperava um grande momento..mas superou todas as minhas expectativas...um desempregado, um divórcio, uma depressão.....e começa assim:..."O meu nome é Júlio...".

Ora, esperava uma peça que no fundo teria a sua dose de melancolia e até um pouco depressiva..mas a verdade é que não é só isso, sim tem esses momentos que é a realidade da vida de um depressivo, onde acaba por criar um outro "ele", e que é com quem fala e passa os dias, isolando-se do resto do mundo...como ele diz " ...é diferente falar sozinho e falar consigo mesmo"...

Mas muitos mais momentos tem de comédia, quando começa a escalar a imaginação e a contar uma história que começa por ser muito real e acaba no que é de mais impossível...é de rir até não poder mais...

Por isso acho que devem mesmo ir ver...eu A.D.O.R.E.I... :))))

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Vou ver....vou ver...

Estou curiosa para ver a história desta grande senhora, Margareth Thatcher, com a grandessíssima actriz Meryl Streep...


Só pode ser muito bom...
















terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Quero muuiitttooo ir ver...

Quero muito ir ver este monólogo com o Joaquim Monchique que A.D.O.R.O, sou fanzaça deste homem.....

:)






QUARTA A SÁBADO - TEATRO ARMANDO CORTEZ - CASA DO ARTISTA - LISBOA
Classificação: M/16 anos

Texto: Pedro Cardoso
Encenação, interpretação e cenário: Joaquim Monchique
Direcção de actor: Carlos Paulo
Júlio de Matos é um homem desempregado que sofre uma crise de comunicação com o mundo e passa a falar sozinho. Fica tanto tempo isolado de tudo, sendo ele próprio a sua única companhia, que acaba por se aborrecer de si próprio. Não se suporta mais e já nem sozinho consegue falar. Discute consigo mesmo e resolve não voltar a falar com ele próprio.
Absolutamente só, decide "procurar-se" para pedir a si mesmo que interceda por ele - que, entretanto, já se dividiu em duas pessoas. A partir de então, a sua personalidade divide-se em milhares dele mesmo. A aventura passa a ser a tentativa de organizar "todos" numa nova unidade de si mesmo...
Interpretado por Joaquim Monchique, Júlio de Matos é um monólogo extraordinário... para rir e pensar!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Não vou perder....lá estarei :)





 


‎"ABRAÇA-ME" - texto original de Peter Pina ( interpretação: Margarida Moreira & Peter Pina, de 11 a 15 de Janeiro, Teatro Turim) Um diário de memórias sobre dois irmãos. Ele é um acumulador de lixo que não se desfaz de nada, nem de uma memória que recusa. Ela, que precisa limpar, não pode ser memória, tem de existir.